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Joachim Kühn Trio & hr-Big Band - Out of the Desert Live at JazzFest Berlin (2010)
Postado por Andre Carvalho em terça-feira, 28 de abril de 2015.




"Pianist Joachim Kühn is one of the few global German jazz stars. With his playing style, which transcends all categories, he has made his mark as a world-class musician, and on contemporary jazz, blazing entirely new trails. The musical cosmopolitan Kühn sees himself in the tradition of jazz, and also in a close relationship with European concert music. But despite all this he is committed to a contemporary sound. He reveals vehemence and sensitivity, masterly craftsmanship and imagination, an unmistakable touch and an unerring sense of dynamics. In the interplay with musical partners of many years' standing, in ever new and often unusually challenging constellations or on his own and his solo concerts, Joachim Kühn makes music an event. All his life Kühn has demonstrated curiosity, open-mindedness and a love of experimentation like few others. It was this intellectual flexibility that led the young East German classical pianist to jazz. After fleeing to the West in 1966, he quickly became one of the most important representatives of the jazz avant-garde in the scenes of Paris, Los Angeles, New York and Hamburg, constantly seeking encounters with the most diverse of musicians, from Michel Portal to Ornette Coleman, Archie Shepp, Jean-François Jenny-Clark, Daniel Humair, Joe Henderson, Michael Brecker and Rabih-Abou Khalil and the Germans Heinz Sauer and Michael Wollny."- fonte








Out of the Desert Live at JazzFest Berlin, November 6, 2010

Personnel:
Joachim Kühn / piano
Majid  Bekkas / vocals, guembri, oud
Ramon Lopez / drums, tabla, percussion
hr-Bigband (Frankfurt Radio Bigband) conducted  by Ed Partyka

Music Composed and Arranged by Joachim Kühn, excepted Ballini composed by  Majid Bekkas

Cover art by Henning Wagenbreth


173 MB | 320 kbps



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Loren Auerbach & Bert Jansch - After the Long Night / Playing the Game (1985)
Postado por Andre Carvalho em domingo, 19 de abril de 2015.





Nos dois primeiros EP's lançados em 85 (fevereiro e outubro, respectivamente), da então desconhecida Loren Auerbach, constava num canto quase escondida a nota de crédito "with the presence of Bert Jansch".

Pra quem conhecia o trabalho do Jansch (quem não conhecia?), ou mesmo era fã, uma nota dessas certamente soava estranha. Obviamente, dada a magnitude do músico que ele era, a simples "presença" dele já seria suficiente para influenciar muito qualquer trabalho que seja. Mas esta nota não pode ser interpretada assim; certamente o que se buscou foi não ofuscar o trabalho da Loren que recém estava sendo inciado e já demonstrava um talento formidável como cantora. 

Vendo por este ponto de vista, parece totalmente plausível ter se creditado ao Jansch sua simples "presença".



Inicialmente foram dois LP's lançados no mesmo ano de '85, e dez anos depois, em 1995, com a já total difusão do formato digital do CD, foram compilados estes dois álbuns, After the Long Night e Playing the Game, em um só

Outros grandes nomes da cena folk da época participam do álbum, como Cliff Aunger, Richard Newman, Dave Philips e Michael Klein.







As canções foram basicamente compostas pelo Richard Newman ou pelo Jansch, duas canções foram compostas exclusivamente para estes álbuns, como Give me love e Carousel, outras são canções folclóricas como Yarrow e Weeping Willow, e outras foram reaproveitadas de álbuns anteriores do Jansch para receberem novos arranjos e vocais, como It's real? do Heartbreak que havia sido lançado em 1982. 

O álbum tem a atmosfera geral dos álbuns folk's da época, com o diferencial da qualidade dos músicos, o que obviamente o ressalta e o torna muito acima da média. Aliás, essa atmosfera meio oitentista carrega uma leve nostalgia que sempre cativa.

O álbum apesar da qualidade é bem pouco lembrado. Um dos motivos para isto talvez seja que a Loren não quis seguir carreira como cantora profissional. Logo após o lançamento do After the Long Night e do Playing the Game ela preferiu ingressar seus estudos em uma universidade onde pesquisaria Literatura Inglesa, Inglês e Islandês antigo. Jansch ainda chamou ela para algumas gravações posteriores, mas nada que a fizesse voltar para uma carreira musical. Bom, ao menos nos ficou este registro de sua bela voz e grande talento. 










***

tracklist:
Carousel
Weeping Willow Blues
Give Me Love
I Can't Go Back
Smiling Faces
Yarrow
Playing The Game
It Is Real
Sorrow
Days And Nights
The Rainbow Man
Frozen Beauty
Christabel
So Lonely
The Miller




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Univers Zero - Live In Frankfurt Jazz Festival, February 1986
Postado por Andre Carvalho em quinta-feira, 16 de abril de 2015.





Frankfurt Jazz Festival
02/01/1986

Personnel:
Daniel Denis' great band w/
Patrick Harappier- violin, viola
Andy Kirk - Piano, synth
Jean-Luc Plouvier - piano snyth
Michel Delory - guitar
Dirk Descheemaker - bass clarinet, suprano sax
Christian Genet - bass

Tracklist:
1. Intro
2. Heatwave
3. Emmanations
4. L'etrange Mixture Du Doctor Scwartz
5. Bruit Dans Le Murs
6. The Funeral Plain
7. Radio Voice
8. Combat
9. Emmanations Reprise

102 MB | 192 kbps








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John Scott Conducts His Own Favorite Film Scores (1991)
Postado por Andre Carvalho em terça-feira, 14 de abril de 2015.






John Scott é um conhecido compositor de trilha sonoras. Neste álbum ele conduz suas peças preferidas feitas para o cinema.


Baixei este álbum basicamente por conta de um tema, o do filme "Wake in Fright" (ou 'Outback') que no Brasil ficou conhecido como "Pelos Caminhos do Inferno".




Pelos caminhos do inferno...




Este filme me foi indicado pelo amigo JV, e bom, em pouco tempo se tornou um dos melhores que eu vi, e bem na verdade, por mais que as trilhas compostas pelo John Scott sejam realmente fantásticas, e este tema inicial do Wake in Fright seja uma delícia, posto este álbum com o intuito maior de dizer: vejam este filme, pelo amor do que quer que seja!



















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Faust & Henry Cow - Live in London Rainbow Theatre (1973)
Postado por Andre Carvalho em quinta-feira, 9 de abril de 2015.






Nirvana for Mice
Ruins Introduction / Teenbeat / Bee / Free 
Free / Amydala 
Teenbeat Reprise / Guilder Tells of Silent Airborne Machine 
Guilder (contnued - free section) / Ruins again
Themes (including Guilder)








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Henry Cow - Industry (London, 1978)
Postado por Andre Carvalho em segunda-feira, 6 de abril de 2015.








Improvisation
Slice
Waking Against Sleep
Industry 
Look Back
Ruins (A Part Of)
Improvisation 2
Improvisation 3
Slice & Viva Pa Ubu 




Industry (London, 1978)
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Henry Cow - Festa di Unità Proletaria - Cervia, Ravenna (Italy) - 23 de Julho de 1978
Postado por Andre Carvalho em domingo, 5 de abril de 2015.







Ao vivo absolutamente incrível do Henry Cow. Agradeço ao Gato de Borderlaine quem me passou via SoulSeek esta raridade. Uploadei igualmente o álbum no youtube para quem quiser conferir. 






















Fred Frith - guitar, bass, Viola, Vibes
Tim Hodgkinson - keyboards, treated guitar, alto and baritone sax, clarinet
Lindsay Cooper - bassoon, oboe, soprano, recorder
Anne-Marie Roelofs - trombone, violin, toys
Chris Cutler - drums, percussion, noises


Soundcheck + Stage Intro
Viva Pa Ubu (cont'd) + The Big Tune
The March
Half The Sky Intro + Falling Away 1
Improvisation
Slice
Look Back
Industry
Waking Against Sleep
Ruins Variations-Free-Virgin Of Illinois
Scotland the Brave + Half The Sky

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Machine Gun - Open Fire (1989)
Postado por Andre Carvalho em sexta-feira, 3 de abril de 2015.





Bass - Jair-Rohm Parker Wells
Design – Thi Linh Le
Drums (Acoustic), Drums (Electric) – Bil Bryant
Engineer – Pat Ryan, Tom Ruff
Guitar – Sonny Sharrock
Photography – Thi Linh Le
Producer, Guitar, Bass – Robert Musso
Saxophone, Flute – Thomas Chapin






Open Fire (1989)

                                                                      Download | 320


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Apricot Rail
Postado por Andre Carvalho em quinta-feira, 26 de março de 2015.


                      Austrália






Apricot Rail (2009)


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Quarrels (2013)






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Diabolical Hoodoo - Devilry, Doom & Hellfire 1920-1952 [Link Reavaliado]
Postado por Andre Carvalho em quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015.





















1. Satan Is Busy In Knoxville, Tennessee - Leola Manning
2. Wade In The Water - The Charioteers
3. Somebody Done Hoodooed The Hoodoo Man - Louis Jordan
4. Lavender Coffin - Joe Thomas
5. Stay On The Right Side Of The Road - Norridge Mayhams And The Blue Chips
6. When I Stand Before The King - Blind Joe Taggart
7. Black Cat Bone - Lightnin' Hopkins
8. Mean Black Cat - Charley Patton
9. Devil Got My Woman - Skip James
10. Hoodoo Man Blues - Victoria Spivey
11. Ghost Dance - Truett And George
12. Haunted Blues - Memphis Minnie
13. Oh You Devil You - Oliver Brown
14. Old Devil - Bo Carter
15. Evil But Kindhearted - Brownie McGhee
16. Evil Devil Blues - Johnny Temple
17. Satan Take A Holiday - John Cali
18. Dark Was The Night (Cold Was The Ground) - Blind Willie Johnson



126 MB | 320 kbps
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Albert Huybrechts - Chamber Music For Wind Instruments (Recorded in 1994)
Postado por Andre Carvalho em domingo, 22 de fevereiro de 2015.










Wind Ensemble Quintessens

Marijke Ghleysen - fluteJan 
Maebe - oboe
Geert Baecklelandt - clarinet
Rik Vercruysse - horn
Bart Snauwaert - basson
Jean Michiels - piano
Filip Verpoest - viola
Frank Hendrickx - flute & piccolo

Recorded in Belgium, 1994

Label Vox Temporis Prod.

Sextuor pour instruments à vent: Pastorale
Trio pour flute, alto et piano
Suite pour instruments à vent et piano
Quintette pour instruments à vent

156 MB | 320 kbps
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Albert Huybrechts - Unknow Cassette
Postado por Andre Carvalho.










É particularmente maravilhoso que a internet e o compartilhamento de arquivos possam nos ter dado a oportunidade do acesso a tal gravação. Vejam vocês, uma fita cassete antiga, um presente para um amigo, e nela as gravações de um compositor magnífico e quase esquecido. Não é de se admirar a dimensão e impressão absolutamente particular que a música desta mídia acaba tendo sobre nós. A "má qualidade" da fita (e sobre estas circunstâncias devemos repensar um pouco essa "má qualidade"), os ruídos e sons nela presentes por conta da precariedade com que foi gravada, se insere sorrateiramente na música  lhe dando a dimensão de um tempo estagnado, fora de algo o qual estamos habituados comumente. 

Que isto tenha sobrevivido até agora, é extraordinário. Que quem tenha presenteado um amigo com esta fita tenha sido o Daniel Denis, baterista do Univers Zero, é mais extraordinário ainda.


Segue as informações que se encontram em um documento de texto junto com as músicas, uma troca de e-mails na verdade, explicando a origem desta fita e sua posterior distribuição. Boa audição.


From magmasystems@yahoonospam.com Fri Sep 08 07:49:07 2000
Subject: Re: (Modern Classical) File 1 of 1 - Michael Finnissy - Red Earth - 1. Red Earth.mp3 (00/83)
Reply-To: magmasystems@yahoonospam.com (remove the nospam)
Date: Fri, 08 Sep 2000 11:49:07 GMT

Hi Spark,

Glad your liked the stuff.

I actually have a cassette of Huybrechts music that Daniel Denis gave
to me about 15 years ago. However, consistent with the usage of
low-quality cassettes, the sound quality has probably deteriated a
bunch. I can still try to make a rip off of the cassette ifnobody else
can supply the Huybrechts.

-marc

On 8 Sep 2000 01:39:23 -0500, Spark Mandrill <spark@mandrill.org>
wrote:

>On Thu, 07 Sep 2000 23:02:39 GMT, Toru59@mailcity.com (Toru) wrote:
>
>>Thanks for posting this VanderTop. What a great piece!
>
>Seconded.  While we're doing modern (more or less) classical, does
>anyone have any Albert Huybrechts they could post?  Thanks!


From MagmaSystems@nothing.com Wed May 30 14:14:05 2001
From: MagmaSystems@nothing.com (MagmaSystems)
Subject: (20th Century) File 1 of 7 - Albert Huybrechts - 01 - Concertino for Cello and Orchestra (1932).mp3 (00/44)
Organization: Utopic Sporadic Orchestra
Reply-To: MagmaSystems@nothing.com
Date: Wed, 30 May 2001 18:14:05 GMT
NNTP-Posting-Host: 24.180.23.44

Albert Huybrechts

There is nominal interest in this Belgian composer because
Daniel Denis, the founder and drummer of Belgian progressive
rock group, Univers Zero, has cited Huybrechts as one of his
big influences.

It seems that Huybrechts had a miserable life, and provided all
of the angst needed for a group like Univers Zero.

These tracks come from an old cassette tape that Daniel gave
me about 18 years ago., No other info other than the song
titles was provided. The recordings are not in the greatest
condition. Perhaps some audio wizard will clean them up and
report them.. even better, maybe someone who has the
original LPs will rip them.

Huybrechts doesn't do anything for me.. perhaps your mileage
will vary.

For more info on Huybrechts (get out your French dictionaries)
http://www.lamediatheque.be/Travers_sons/huybrechts.htm














Concertino (pour Violoncelle et Orchestre)
Poème Féerique n°1
Poème Féerique n°2
Chant Funèbre (pour Violoncelle et Orchestre)
Sérénade en Trois Mouvements
Choral (pour Orgue)
Chant d'Angoisse



80 MB 
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Valentin Silvestrov - Cantatas (1997)
Postado por Andre Carvalho em sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015.








As composições presentes nas Cantatas de Silvestrov correspondem ao período de 1975 a 1995, sendo o período de 77' quem sabe o mais bonito da carreira do compositor. O album foi lançado em 1997, pela MegaDisc, uma gravadora belga, mas com execução do Coral Nacional Ucraniano Dumka, e pela Kiev Camerata.

As duas últimas cantatas também aparecem na coletânea On Photography, em uma excelente execução do Latvian Radio Choir, quem sabe um dos mais belos corais do mundo, contudo devo afirmar que nada se compara, ou virá a se comparar com esta performance do Ukrainian National Capella 'Dumka'. Não é uma questão simples de técninca, ou até mesmo do idioma, mas sim da compreensão do símbolo e do significado que o poeta e herói nacional Taras Chevchenko possui para os ucranianos. Esta identificação nacional está intimamente ligada com o sentido poético e força emotiva de seus versos.


Auto-retrato do pintor T. Chevchenko
Taras Shevchenko viveu entre 1814 e 1861; nascido em uma família de servos, devido ao talento demonstrado na escrita e principalmente na pintura, seu amo P. Engelhardt o levou para tomar aulas de artes nas cidades de Vilna e São Petersburgo. Teve sua liberdade comprada aos 24 anos por  alguns pintores e pelo poeta russo Zhukovsky, que viram um grande talento em Chevchenko.


Chevchenko ganhou várias medalhas e prêmios por seus trabalhos artísticos, mas no entando, em 1847 sua vida sofreu um revés. Foi preso acusado de conspiração e de ser membro de um grupo político chamado 'Irmandade dos Santos Círilo e Metódio' (organização que visava a liberalização do Império Russo  transformando-o em um confederado de estados eslavos), junto consigo a polícia encontrou o poema "Son" (Sonho), o qual satirizava o czar e sua esposa. Chevchenko foi mandado para o exílio em Oremburgo, em uma base militar russa, perto dos montes urais.



O poeta retornou para a Ucrânia em 1859, e já com a sua saúde muito debilitada faleceu em São Petersburgo em 1861, tendo o corpo posteriormente transferido para um cemitério nos arredores da pequena cidade de Kaniv.






Estátua de Chevchenko em Prudentópolis-PR

Voltando ao Silvestrov, ele dedicou este album para a sua falecida esposa Larissa Bondarenko (creio que tudo o que foi composto após 1996 foi dedicado de certa forma a ela), e mesmo as composições sendo anteriores a morte de Larissa, encaixam-se perfeitamente com um sentimento de despedida, redenção e fatalismo.



***

Quando resolvi subir para o youtube as cantatas IV, V e VI, demorei muito para encontrar uma imagem que pudesse ser utilizada no vídeo, no sentido de corresponder minimamente com toda a emoção e sentimentos estranhos que a música do Silvestrov me passa (em especial estas cantatas). Inicialmente me ocorreu pesquisar alguma imagem sacra, mas depois vi que esta era somente uma das dimensões da música; depois pensei em alguma paisagem que fosse desolada e ao mesmo tempo conseguisse transmitir qualquer que seja o sentimento ambíguo de serenidade e inquietação, mas vi também que estava incorrendo em um "hedonismo óbvio". Resolvi pensar subjetivamente em algo grandioso o qual igualmente me inquietasse e despertasse um sentido de contemplação, e logo pensei na ficção científica. Mesmo não sendo nenhum estudioso de física, o que sempre me aguçou mais a curiosidade foram os filmes e a literatura desse gênero, principalmente quando se teorizava o universo e as sociedades futuras, em específico as sociedades futuras. Como será a religiosidade do homem nos próximos séculos? O quê o abandono progressivo da herança histórica dos nossos antepassados provocará definitivamente? Como a constante transformação e evolução da tecnologia afetará o nosso entendimento e relacionamento com o mundo? Essas são só algumas questões..

É algo muito interessante de se pensar a relação imagem-estática e música, e como na maioria das vezes ela possa ser mais interessante do ponto de vista de imersão na música do que propriamente um vídeo. Mas enfim, o post é imenso mas não penso que poderia ser de outra forma. Finalizaria afirmando que este albúm é IMPERDÍVEL.















Choir – Ukrainian National Capella "Dumka" (tracks: 5 to 9)
Conductor – Virko Baley (tracks: 1 to 4)
Conductor [Choir] – Evgen Savchuk (tracks: 5 to 9)
Orchestra – Kiev Camerata (tracks: 1 to 4)
Soprano Vocals – Lidia Stovbun (tracks: 1 to 3)
Tenor Vocals – Konstantin Klein (tracks: 5 to 9)




1973

1. Cantata I (poems by F. Tjoetchev and A. Blok)
2. Cantata II (poems by F. Tjoetchev and A. Blok)
3. Cantata III: Ode to Nightingale (ode by John Keats)

1983

4. Ode to Nightingale (ode by John Keats)

1977

5. Cantata IV (poetry by T. Shevchenko)
6. Cantata V  (poetry by T. Shevchenko)
7. Cantata VI (poetry by T. Shevchenko)

1995

8. Diptych: Our Father
9. Diptych: Testament (poetry by T. Shevchenko)



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Univers Zero - Live at Nottingham University (1978)
Postado por Andre Carvalho em domingo, 1 de fevereiro de 2015.




Por que ser uma das bandas mais obscuras da música, e ainda posar de diva, não é pra qualquer um.











La Faulx
Carabosse
Malaise
Complainte
Jack the Ripper
Ronde

136 MB | 256 kbps
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Chris Potter Underground Orchestra - Imaginary Cities (2015)
Postado por Thiago Miotto em segunda-feira, 19 de janeiro de 2015.

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Chris Potter é um multi-instrumentista e compositor nascido em Chicago, reconhecido há tempos como um dos maiores saxofonistas vivos. Em sua lista de trabalhos constam mais de uma dezena de álbuns autorais, além de centenas de álbuns como sideman junto de muitos dos maiores músicos ativos nas últimas décadas. Como poderão conferir, Potter e companhia abrem o ano de 2015 nos presenteando com um belo trabalho.

Formação:

Chris Potter: tenor and soprano saxophones, bass clarinet
Adam Rogers: guitars
Craig Taborn: piano
Steve Nelson: vibraphone, marimba
Fima Ephron: bass guitar
Scott Colley: double bass
Nate Smith: drums
Mark Feldman: violin
Joyce Hammann: violin
Lois Martin: viola
Dave Eggar: cello
 





Ivo Perelman - Bendíto of Santa Cruz (1999)
Postado por Andre Carvalho em domingo, 18 de janeiro de 2015.






Como o Fabricío Vieira observou  muito bem no seu post sobre o Perelman no Free Form Free Jazz, a abstração foi tomando lugar importante na obra do saxofonista, muito pelas parcerias as quais ele foi desenvolvendo (Matthew Shípp parece ser um dos mais importantes neste sentido). O álbum em questão, Bendíto of Santo Cruz, parece ter uma importância vital na obra do Perelman, como um ponto comum entre os anos 2000 e a década de 90, algo que ajustadamente condensa os dois. 

É um álbum primoroso, absolutamente fantástico. A segunda faixa, Macumba, não poderia ser mais cartesiana e solipsista, e o clima disso é grandioso.




Perelman devia ser ensinado nas escolas, tocado nas academias, ouvido nos bailes da terceira da idade, durante cirurgias cardíacas, em luais de estudantes de medicina, no radinho daquele ambulante maroto, nas esperas de chamadas das malditas e miseráveis operadores telefônicas, em torneios de bocha, na rua, na chuva, ou na fazenda, ou numa casinha de sapê. Ivo Perelman é vida.















Ivo Perelman: tenor saxophone
Matthew Shipp: piano


tracks:

Bendito of Santa Cruz (Take 1)
Macumba 
Anglo 
Roses 
Zé Do Vale 
Cego 
Cana Fita 
Bandeirantes 
The Lion
Bendito of Santa Cruz (Take 2) 


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Inhabitants - A Vacant Lot (2010)
Postado por Andre Carvalho.









Far Away In Old Words
Threes
Over It Begins
Wath About The Water?
Journey Of The Loach
Whistling Pass
Let Youth Be Served
Pacific Central






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Great Jewish Music: Jacob do Bandolim (2004)
Postado por Andre Carvalho em quinta-feira, 15 de janeiro de 2015.














Jacob do Bandolim foi um dos mais importantes nomes do choro no Brasil. Judeu de descendência polonesa por parte de sua mãe, nasce na segunda década do séc. XX na cidade do Rio de Janeiro, e na sua infância cercada de músicos, em pouco tempo desenvolve seu talento como bandolinista. 







Esta série da Tzadik, de homenagens a grandes músicos de origem judaica, traz grandes nomes do avantgarde para interpretar obras desses músicos homenageados. Nomes como Carla Kihlsted, Cyro Baptista, Rob Burger, Shanir Ezra Blumenkranz, Jamie Saft e outros. 










Noites cariocas (Cyro Baptista)
Pérolas (Ben Perowsky)
Assanhado (Rob Burger & Mauro Refosco)
Reminiscências (Rashanim)
Migalhas de Amor (Ana Cohen & The Choro Ensemble)
Sapeca (Pharao's Daughter)
Santa Morena (Shanir Ezra Blumenkranz)
Receita de Samba (Davka)
Falta-me Você (2 Foot Yard)
Sempre teu (Tim Sparks)
Mimosa (Carol Emanuel)
Ciumento (Jamie Saft)


68 MB |192 kbps



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Charles Gayle - Consecration (1993) [REPOST]
Postado por Andre Carvalho em segunda-feira, 12 de janeiro de 2015.




Post especialmente dedicado para todos os amigos que conheci recentemente ao visitar o Rio de Janeiro. Ramon, Rômulo, Eddy, André Aires, Wanda e Bruna Almeida. Pelos bons momentos e pela feliz oportunidade de conhecer tantas pessoas sinceras e realmente especiais. Infelizmente não tenho ideia se algum dia voltarei a vê-los, mas certamente guardarei para sempre as memórias daquela inesquecível sexta-feira daquele final de novembro. Obrigado à todos por tudo.


                                                           °°°


Charles Gayle nasceu em fevereiro de 1939, em Buffalo, New York. Chegando a dar aulas de música na Universidade de Buffalo no final dos anos 60; passou grande parte da sua vida (mais de 20 anos) sendo morador de rua e tocando nos becos e estações de metrô de Nova York. Nos anos 80 foi descoberto pela Knitting Factory, por onde pode lançar seus álbuns.

Pouco se sabe sobre a vida de Charles Gayle, pois pouco ele revela. Como ele veio a se tornar um morador de rua ainda é um mistério. Uma das poucas coisas mencionadas por ele foi seu primeiro contato com a música. A irmã mais nova de Charles recebia aulas de piano em casa, Charles acabou se interessando e aprendeu uma ou duas pequenas peças a serem executadas no piano, mecanicamente por assim dizer. Mas a partir destas duas peças, Charles tornou-se um auto-didata e adentrou sua alma na música.

Certa feita elogiaram  o free-jazz o qual ele tocava, e Charles ficou impressionado, pois tampouco sabia que o quê ele tocava era free-jazz.

Uma das características do Senhor Charles é ele ser um homem extremamente religioso. Influenciado pelo antigo e novo testamento, e por a música gospel negra das igrejas americanas, o free-jazz de Charles Gayle é espiritual.






















O Father
Rise Up
Justified
Glorious Saints
Thy Piece
Redemption




FLAC | 425 MB


320 kbps | 145 MB



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