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Henry Cow - Festa di Unità Proletaria - Cervia, Ravenna (Italy) - 23 de Julho de 1973
Postado por André Carvalho em terça-feira, 7 de maio de 2013.







Ao vivo absolutamente incrível do Henry Cow. Agradeço ao Gato de Borderlaine quem me passou via SoulSeek esta raridade. Uploadei igualmente o álbum no youtube para quem quiser conferir. 


















Fred Frith - guitar, bass, Viola, Vibes
Tim Hodgkinson - keyboards, treated guitar, alto and baritone sax, clarinet
Lindsay Cooper - bassoon, oboe, soprano, recorder
Anne-Marie Roelofs - trombone, violin, toys
Chris Cutler - drums, percussion, noises


Soundcheck + Stage Intro
Viva Pa Ubu (cont'd) + The Big Tune
The March
Half The Sky Intro + Falling Away 1
Improvisation
Slice
Look Back
Industry
Waking Against Sleep
Ruins Variations-Free-Virgin Of Illinois
Scotland the Brave + Half The Sky

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Charles Gayle - Consecration
Postado por André Carvalho em terça-feira, 30 de abril de 2013.
[re-upload]



Post especialmente dedicado para todos os amigos que conheci recentemente ao visitar o Rio de Janeiro. Ramon, Rômulo, Eddy, André Aires, Wanda e Bruna Almeida. Pelos bons momentos e pela feliz oportunidade de conhecer tantas pessoas sinceras e realmente especiais. Infelizmente não tenho ideia se algum dia voltarei a vê-los, mas certamente guardarei para sempre as memórias daquela inesquecível sexta-feira daquele final de novembro. Obrigado à todos por tudo.


                                                           °°°


Charles Gayle nasceu em fevereiro de 1939, em Buffalo, New York. Chegando a dar aulas de música na Universidade de Buffalo no final dos anos 60; passou grande parte da sua vida (mais de 20 anos) sendo morador de rua e tocando nos becos e estações de metrô de Nova York. Nos anos 80 foi descoberto pela Knitting Factory, por onde pode lançar seus álbuns.

Pouco se sabe sobre a vida de Charles Gayle, pois pouco ele revela. Como ele veio a se tornar um morador de rua ainda é um mistério. Uma das poucas coisas mencionadas por ele foi seu primeiro contato com a música. A irmã mais nova de Charles recebia aulas de piano em casa, Charles acabou se interessando e aprendeu uma ou duas pequenas peças a serem executadas no piano, mecanicamente por assim dizer. Mas a partir destas duas peças, Charles tornou-se um auto-didata e adentrou sua alma na música.

Certa feita elogiaram  o free-jazz o qual ele tocava, e Charles ficou impressionado, pois tampouco sabia que o quê ele tocava era free-jazz.

Uma das características do Senhor Charles (ao menos um tanto incomum no free-jazz), é ele ser um homem extremamente religioso. Influenciado pelo antigo e novo testamento, e por a música gospel negra das igrejas americanas, o free-jazz de Charles Gayle é espiritual.




















O Father
Rise Up
Justified
Glorious Saints
Thy Piece
Redemption




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320 kbps | 145 MB



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Música de concerto - Partituras e áudios
Postado por Thiago Miotto em quinta-feira, 11 de abril de 2013.


Link de utilidade pública para todos os amantes, analistas, compositores e intérpretes de música de concerto. Inúmeras gravações e partituras de séculos de composição musical aqui.


 





Ivo Perelman - Bendíto of Santa Cruz (1999)
Postado por André Carvalho em segunda-feira, 1 de abril de 2013.






Como o Fabricío Vieira observou  muito bem no seu post sobre o Perelman no Free Form Free Jazz, a abstração foi tomando lugar importante na obra do saxofonista, muito pelas parcerias as quais ele foi desenvolvendo (Matthew Shípp parece ser um dos mais importantes neste sentido). O álbum em questão, Bendíto of Santo Cruz, parece ter uma importância vital na obra do Perelman, como um ponto comum entre os anos 2000 e a década de 90, algo que ajustadamente condensa os dois. 

É um álbum primoroso, absolutamente fantástico. A segunda faixa, Macumba, não poderia ser mais cartesiana e solipsista, e o clima disso é grandioso.




Perelman devia ser ensinado nas escolas, tocado nas academias, ouvido nos bailes da terceira da idade, durante cirurgias cardíacas, em luais de estudantes de medicina, no radinho daquele ambulante maroto, nas esperas de chamadas das malditas e miseráveis operadores telefônicas, em torneios de bocha, na rua, na chuva, ou na fazenda, ou numa casinha de sapê. Ivo Perelman é vida.












Ivo Perelman: tenor saxophone
Matthew Shipp: piano


tracks:

Bendito of Santa Cruz (Take 1)
Macumba 
Anglo 
Roses 
Zé Do Vale 
Cego 
Cana Fita 
Bandeirantes 
The Lion
Bendito of Santa Cruz (Take 2) 


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John Zorn - Filmworks XIII: Invitation to a suicide [re-upload]
Postado por André Carvalho em quinta-feira, 21 de março de 2013.





Faço o repost do Filmworks XIII do Zorn agora com a devida resenha. 


"A dark comedy", essa é a designação do filme 'Invitation to a suicide' de Loren Marsh. Desde a primeira música se é agredido por uma carga emocional fortíssima, mas não triste ou depressiva, alegre ou muito feliz, parece algo o qual gira em círculos neste dois campos, e a única atitude frente a isso é a contemplação abismada, sem reação a não ser o espanto de estar sendo confrontado com tamanha obra prima.

Pode ser repetitivo mencionar isso, mas existem certas coisas tão grandiosas que se faz necessário realmente serem retidas, como é o caso de mencionar o trabalho sempre fenomenal de Rob Burger, Ribot, kenny Wollesen e Trevor Duun em qualquer trabalho do Zorn o qual apareçam juntos.


Mais uma vez, mais uma obra essencial do Zorn.

















Marc Ribot - guitar
Rob Burger - accordion
Eric Friedlander -cello
Trevor Dunn - bass
Kenny Wollesen - vibes, marimba, drums




1. Invitation To A Suicide
2. Suicide Waltz  
3. Shifting Sands  
4. East Greenpoint Rundown
5. Time Twist            
6. The Suicide Kid  
7. Billet Doux            
8. Suicide Blues Pt.1      
9. Trance Dance        
10. Lonely Are The Dumb        
11. Moon Moods                
12. Bugsy's Jazztet        
13. Suicide Blues Pt.2          
14. Roary's Waltz        
15. Getting Suicidal  
16. Final Retribution        
17. Aftermath          
18. Unjust Reward



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Albert Huybrechts - Unknow Cassette
Postado por André Carvalho em sexta-feira, 15 de março de 2013.










É particularmente maravilhoso que a internet e o compartilhamento de arquivos possam nos ter dado a oportunidade do acesso a tal gravação. Vejam vocês, uma fita cassete antiga, um presente para um amigo, e nela as gravações de um compositor magnífico e quase esquecido. Não é de se admirar a dimensão e impressão absolutamente particular que a música desta mídia acaba tendo sobre nós. A "má qualidade" da fita (e sobre estas circunstâncias devemos repensar um pouco essa "má qualidade"), os ruídos e sons nela presentes por conta da precariedade com que foi gravada, se insere sorrateiramente na música  lhe dando a dimensão de um tempo estagnado, fora de algo o qual estamos habituados comumente. 

Que isto tenha sobrevivido até agora, é extraordinário. Que quem tenha presenteado um amigo com esta fita tenha sido o Daniel Denis, baterista do Univers Zero, é mais extraordinário ainda.


Segue as informações que se encontram em um documento de texto junto com as músicas, uma troca de e-mails na verdade, explicando a origem desta fita e sua posterior distribuição. Boa audição.


From magmasystems@yahoonospam.com Fri Sep 08 07:49:07 2000
Subject: Re: (Modern Classical) File 1 of 1 - Michael Finnissy - Red Earth - 1. Red Earth.mp3 (00/83)
Reply-To: magmasystems@yahoonospam.com (remove the nospam)
Date: Fri, 08 Sep 2000 11:49:07 GMT

Hi Spark,

Glad your liked the stuff.

I actually have a cassette of Huybrechts music that Daniel Denis gave
to me about 15 years ago. However, consistent with the usage of
low-quality cassettes, the sound quality has probably deteriated a
bunch. I can still try to make a rip off of the cassette ifnobody else
can supply the Huybrechts.

-marc

On 8 Sep 2000 01:39:23 -0500, Spark Mandrill <spark@mandrill.org>
wrote:

>On Thu, 07 Sep 2000 23:02:39 GMT, Toru59@mailcity.com (Toru) wrote:
>
>>Thanks for posting this VanderTop. What a great piece!
>
>Seconded.  While we're doing modern (more or less) classical, does
>anyone have any Albert Huybrechts they could post?  Thanks!


From MagmaSystems@nothing.com Wed May 30 14:14:05 2001
From: MagmaSystems@nothing.com (MagmaSystems)
Subject: (20th Century) File 1 of 7 - Albert Huybrechts - 01 - Concertino for Cello and Orchestra (1932).mp3 (00/44)
Organization: Utopic Sporadic Orchestra
Reply-To: MagmaSystems@nothing.com
Date: Wed, 30 May 2001 18:14:05 GMT
NNTP-Posting-Host: 24.180.23.44

Albert Huybrechts

There is nominal interest in this Belgian composer because
Daniel Denis, the founder and drummer of Belgian progressive
rock group, Univers Zero, has cited Huybrechts as one of his
big influences.

It seems that Huybrechts had a miserable life, and provided all
of the angst needed for a group like Univers Zero.

These tracks come from an old cassette tape that Daniel gave
me about 18 years ago., No other info other than the song
titles was provided. The recordings are not in the greatest
condition. Perhaps some audio wizard will clean them up and
report them.. even better, maybe someone who has the
original LPs will rip them.

Huybrechts doesn't do anything for me.. perhaps your mileage
will vary.

For more info on Huybrechts (get out your French dictionaries)
http://www.lamediatheque.be/Travers_sons/huybrechts.htm












Concertino (pour Violoncelle et Orchestre)
Poème Féerique n°1
Poème Féerique n°2
Chant Funèbre (pour Violoncelle et Orchestre)
Sérénade en Trois Mouvements
Choral (pour Orgue)
Chant d'Angoisse



80 MB 
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John Zorn - Lemma (2013)
Postado por André Carvalho.
























1. Apophthegms I
2. pophthegms II
3. Apophthegms III
4. Apophthegms IV
5. Apophthegms V
6. Apophthegms VI
7. Apophthegms VII
8. Apophthegms VIII
9. Apophthegms IX
10. Apophthegms X
11. Apophthegms XI
12. Apophthegms XII
13. Passagen
14. Ceremonial Magic I
15. Ceremonial Magic II
16. Ceremonial Magic III
17. Ceremonial Magic IV


115 MB | 320 kbps
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5º CIRIO - Canto Interuniversitário Rio-Grandense , Pelotas-RS, 1998
Postado por André Carvalho em quarta-feira, 6 de março de 2013.








Infelizmente o CIRIO é um festival extinto, apesar de alguns esforços recentes para trazê-lo de volta, parece difícil ele voltar a acoontecer (desejo realmente estar errado). Sei de muitos problemas os quais ocorreram na época, e regulamentos não bem esclarecidos do festival, mas penso que isso não deva ser dito sem formas de comprovação realmente seguras, de informação de cochera a mídia está cheia. De toda forma, segue aí uma amostra da grande qualidade e prestígio que tinha o festival. Não sei ao certo, mas me parece que foi a primeira aparição de 'Contraponto' em festivais, música que ficaria muito conhecida posteriormente pela interpretação do Cristiano Quevedo.


















1. Llanto al Charrua (canción índia)
letra e Música Guilherme Collares (URCAMP - Bagé, RS)
interprétes: Júlio Fróz e Guilherme Collares (URCAMP - BAGÉ, RS),
Robledo Martins e Enio Capincho (URCAMP - BAGÉ, RS)

2. Quando o vento sopra em lá menor (milonga instrumental)
Música: Alessandro Ferreira (UFPel - Pelotas, RS)
Interpretação: Ânima - Trio de flautas transversal
Raul Costa D'avilla, Gil Soares (UFPel - Pelotas, RS) e Daniel Zanotelli ( UCPel - Pelotas, RS)

3. Tapera (milonga)
letra: José Hilário Retamozo (PUC - Porto Algre, RS)
música: Pedro Guerra (Sociedade de Educação Ritter dos Reis - Porto Alegre, RS)
interpréte: Florisnei Thomaz (ETFPEL - Pelotas, RS)

4. Contraponto (milonga)
letra; Paulo de Freitas Mendonça (UNISINOS - Porto Alegre, RS)
música: Cristiano Quevedo (Unidade de Ensino Agropecuário - Piratini, RS) e Fabiano Bachieri (Faculdades Integradas Moacyr Bastos, Rio de Janeiro, RJ)
interprétes: cristiano Quevedo e Jari Terres (Unidade de Ensino Agropecuário - Piratini, RS), Fabiano Bachieri (Faculdades Integradas Moacyr Bastos, Rio de Janeiro, RJ)

5. Das parcerias da vida (milonga)
letra: Lenita Aver de Araújo (UFpel - Pelotas, RS)
música: Maurício Marques (UFpel - Pelotas, RS)
intérprete: Rôbledo Martins (UFpel - Pelotas, RS)

6. Alma de milonga (milonga)
letra: João Fontoura (URCAMP - Bagé, RS)
música: Jari Terres (Unidade de Ensino Agropecuário - Piratini, RS)
intérprete: Gustavo Teixeira (Unidade de Ensino Agropecuário - Piratini, RS)

7. Luna de ausencia (zamba)
letra e música: Alfredo Martirena (URCAMP - Bagé, RS)
intérpretes: Duo Salamanca - Júlio Fróz e Guilherme Collares (URCAMP - BAGÉ, RS)

8. Chegadas e Partidas (milonga)
letra e música: Luiz Martins (UFSM - santa Maria, RS)
intérpretes: Duo Salamanca - Júlio Fróz e Guilherme Collares (URCAMP - BAGÉ, RS)

9. Si piensas volver al pago (canção)
letra: Martin César Gonçalves (UCPel - Pelotas, RS)
música: Paulo José Timm (UFpel - Pelotas, RS)
intérprete: Karina López (UCPel - Pelotas, RS)

10. Distâncias (milonga)
letra: Juarez Machado de Farias (Unidade de Ensino Agropecuário - Piratini, RS)
música: Diego Espíindola (Unidade de Ensino Agropecuário - Piratini, RS)
intérprete: Cristiano Quevedo (Unidade de Ensino Agropecuário - Piratini, RS)

11. Além de ti (canção)
letra: Carlos Omar Vilella Gomes (Fundação Escola Magistratura do Trabalho - Porto Alegre, RS)
música: Pedro Guerra (Sociedade de Educação Ritter dos Reis - Porto Alegre, RS)
intérprete: Juliana Spanevello (UFSM - Santa Maria, RS)

12. mi canto nació en el viento (aire de retumbo)
letra: Martin César Gonçalves (UCPel - Pelotas, RS)
música: Paulo José Timm (UFPel - Pelotas, RS)
intérpretes: Karina López (UCPel - Pelotas, RS) e Grupo Horizonte (La Paz, Uruguay)

13. Camino del entrerriano (Chamamé)
letra: Carlos Alberto Loray (Universidade Federal de Buenos aires - Argentina)
música e interprete: Jari Torres (Unidade de Ensino Agropecuário - Piratini, RS)



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Diggin' Deeper, Legendary Blues Treasures (Box Set)
Postado por André Carvalho em quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013.




See all the tracks

































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Elina Duni Quartet - Matanë Malit (2012)
Postado por André Carvalho em quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013.






“Matanë Malit” (Beyond the mountain), Elina Duni’s ECM debut, is a homage to Albania. A singer looking at her roots from a present-day vantage point as a musician engaged in improvisational processes. Jazz experience informs her exploration of Balkan folk songs – with attention to atmosphere, the shape of the sound, the tactility of the structures, the implications of the words, … “It’s about serving the song”, she explains, “and about reclaiming and reinventing it.” Duni found her route to Albanian songs after forays into classical music, blues and jazz standards. Digging deeper into the Balkan region’s troubled history, she has uncovered many songs of real beauty and power, older songs from her homeland and from its vast diaspora. “Matanë Malit” includes songs of lovers, heroes, workers, shepherds, exiles, songs of resistance. Traditional songs arranged by Elina Duni, and new music expressively moulded in the tradition.

                                                                                                                  'ECM





































Elina Duni - voice
Colin Vallon - piano
Patrice Moret - double-bass
Norbert Pfammatter - drums




Ka një mot
Kjani trima
Kur të kujtosh
Vajzë e valëve
Unë ty moj
Erë pranverore
Çelo Mezani
Ra kambana
Çobankat
Kristal
U rrit vasha
Mine Peza


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BBC - World Music - Archive
Postado por Thiago Miotto em segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013.


Maravilhosa indicação de Romulo Alexis destas gravações imperdíveis. Nas palavras de Marina Mapurunga:

"Durante 10 anos, a BBC Radio 3 de Londres viajou por mais de 40 países do mundo com a finalidade de gravar a música local e incluir em seu programa de world music. Agora, eles estão disponibilizando todo o material do seu programa na internet, podendo ser baixado gratuitamente.

Nestes documentos sonoros, contém músicas da India, China, Irã, Brasil, Moçambique, Vietnã, Turquia etc.

Vale a pena dar uma ouvida e umas baixadas! ;-)"

BBC - World Music - Archive
 





Peter Brötzman - The Complete Machine Gun Sessions [Remaster] 1968 - 2007
Postado por André Carvalho em quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013.







Tracks 1-5 recorded May, 1968 at the "Lila Eule", Bremen, Germany.
Originally issued on BRO (BRÖ) Records in 1968 in a limited edition, reissued on FMP Records in 1972.
Track 6 recorded March 24, 1968, live at the Frankfurt Jazz Festival.
Remastered at Experimental Sound Studio, Chicago.
Special Thanks to Jost Gebers.


Notes:

Recorded in 1968 at Lile Eule club in Bremen, Germany, the Peter Brotzman Octet's MACHINE GUN is a Rosetta Stone for continental free jazz. Featuring such soon-to-be improv legends as saxophonist Evan Parker, reeds player Willem Breuker, and of course Brotzman himself, MACHINE GUN is a mind-blowing study in unbridled musical energy. The playing is simply furious, and hits a fever pitch from note one, letting up for nary a second over the course of the album's three extended tracks. Yet despite the seemingly chaotic timbre of the proceedings, there are moments that genuinely swing here, making it clear that Brotzman and his boys are part of the jazz tradition even if their intent may be to drag that tradition into shocking new realms.Atavistic Records reissued the complete sessions in 2008 on their Unheard Music Series imprint, and included a pair of alternate takes and a live performance of "Machine Gun."


Line-up:
Bass – Buschi Niebergall, Peter Kowald
Piano – Fred Van Hove
Reissue Producer – John Corbett, Peter Brötzmann
Tenor Saxophone – Evan Parker, Gerd Dudek (tracks: 6)
Tenor Saxophone, Baritone Saxophone – Peter Brötzmann
Tenor Saxophone, Bass Clarinet – Willem Breuker

Fonte: ebay





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Alfred Schnittke - Quasi una Sonata, Piano Music & A Paganini
Postado por André Carvalho em terça-feira, 19 de fevereiro de 2013.







Quasi una Sonata é uma das principais obras do Schnittke, a primeira a apresentar o estilo heterogêneo e de certa forma sintético e condensador do compositor. A Sonata para Violino e Piano apresenta a "tensão criada apartir da co-existência", tal como Schnittke começou a compor tanto mais exclusivamente no final da sua vida. A Paganini apresenta os mesmos recursos usados por Schnittke no seu fantástico e absurdo Quarteto de Cordas No. 2, mais precisamente no segundo movimento; simular e/ou parecer estar tocando mais de um instrumento ao mesmo tempo não é algo exatamente novo, mas a forma como o faz Schinttke é que a torna singular.


Sobre a sua deliciosa brincadeira, a Suite em Estilo Antigo, não comentarei nada, mas sintetizarei meus sentimentos com uma imagem que consegue mais do que qualquer palavra conseguiria representar o meu estado de espírito quando ouço essa obra do Schnittke:





Aqui, uma belíssima amostra:





Piano – Inna Heifetz
Violin – Valery Gradow


Violin Sonata No. 2: 'Quasi Una Sonata'
Violin Sonata No. 1: Andante
Violin Sonata No. 1: Allegretto
Violin Sonata No. 1: Largo
Violin Sonata No. 1: Allegretto
Suite In Old Style: Pastorale
Suite In Old Style: Ballet
Suite In Old Style: Minuet
Suite In Old Style: Fugue
Suite  In Old Style: Pantomime
A Paganini


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Naked City - Discografia (mp3 re-upload, maldito mediafire)
Postado por André Carvalho em segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013.







John Zorn - alto saxophone
Bill Frisell - electric guitar
Fred Frith - bass guitar
Wayne Horvitz - keyboards
Joey Baron - drums
Session members
Yamatsuka Eye - vocals (1988–1992, 1993)
Mike Patton - vocals (1991 and 2003)




Parece existir uma certa tendência natural do homem em se limitar (obviamente qualquer fala que trate de "alguma natureza humana" enfrenta severos problemas de fundamentação). Mas vejamos levando em consideração o aspecto da sobrevivência. Sempre se busca uma segurança, gostamos de voltar para casa e saber que ela não saiu flutuando aleatoriamente por aí, mesmo na situação de sempre se estar viajando, sempre existe igualmente um "porto seguro". Isto possui pontos positivos e negativos, dentre os negativos está essa limitação quanto à arte. Organizar bandas por estilos, enquadrá-las, nos dá a segurança de saber de certa forma o que virá. Naked City não permite isso. Vencido um certo medo e rompendo alguns vícios, se lançar no universo indefinido de música do Naked City pode ser uma experiência como nenhuma outra. 

Para nos ajudar a apresentar este universo, ninguém melhor do que a nossa queridíssima Thaís Piriguete. Inclassificável em seus movimentos e beleza, a fantástica Thaís interpreta neste vídeo, ouso dizer, a música do Naked City como nenhum outro ser na esfera terrestre conseguiria. Sem mais delongas, vamos ao espetáculo:














Naked City (1989)

FLAC | 372 MB

320 kbps | 157 MB






Torture Garden (1989)

FLAC | 181 MB

320 kbps | 57 MB






Grand Guignol (1992)

FLAC | 319 MB

320 kbps | 133 MB







Heretic: Jeux des Dames Cruelles (1992)


FLAC | 324 MB

320 kbps | 124 MB







Leng Tch'e (1992)

FLAC | 207 MB

320 kbps | 70 MB






Radio (1993)

FLAC | 356 MB

320 kbps | 126 MB






Absinthe (1993)

FLAC | 207 MB

320 kbps | 103 MB




Black Box (1996)

FLAC | 410 MB

320 kbps | 157 MB




Naked City Live, Vol. 1: Knitting Factory 1989

FLAC | 387 MB

320 kbps | 149 MB







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John Zorn - Filmworks XXIII: El General
Postado por André Carvalho em quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013.








Certamente épico não é o adjetivo adequado para esta maravilha do Zorn, até porque o termo épico sempre me faz saltar na cabeça a imagem do Conan. O certo é que parece ser impossível a reunião de Ribot, Rob Burger e  Kenny Wollesen não produzir algo singelo e grandioso ao mesmo tempo.  


Em julho de 2008, Zorn foi informado por Ribot que sua querida amiga e diretora Natalia Almada estava considerando chamar Zorn para compor a trilha sonora de seu próximo filme, um documentário sobre a vida do general mexicano Plutarco Elias Calles. O general Plutarco Elias Calles governou o México no período da Guerra Cristera, entre 1926 e 1929, guerra essa que teve origem quando em 1917 houve mudanças na constituição que retiravam e muito a influência da igreja sobre o estado. Os cristeros, como assim se auto-proclamavam, pois acreditavam estar lutando pelo prórpio Jesus Cristo, se rebelaram contra estas mudanças; depois de um longo período, quase uma década depois das mudanças constitucionais, a guerra eclodiu. Os 3 anos que se seguiram de conflitos deixaram cerca de 90 mil mortos.

°°°

Zorn havia composto recentemente outras trilhas sonoras, e estava finalizando alguns projetos, por isso deixou Natalia procurar por outros compositores que pudessem aceitar o trabalho, sem contudo abandonar o projeto em definitivo, deixou uma porta aberta para caso a diretora ainda necessitase contar com ele.Cinco semanas após Zorn ter tomado esta decisão seu telefone tocou, era Ribot pedindo um favor, Natália foi infeliz em conseguir outro compositor para a trilha de seu documentário. Sendo Ribot como disse Zorn, um dos seus mais queridos amigos e um dos seus colegas mais íntimos, sentiu um peso de responsabilidade pelo projeto e o aceitou mesmo com certo receio.

Natalia era relutante em se usar música tipicamente mexicana na trilha, "nada de mariachis, rancheras ou música norteña". A diretora queria algo mas minimalista "como Phillip Glass, e não tão dramática". A música pensada e escrita por Zorn era muita mais abstrata, colorida e dramática do que a preterida pela diretora, "mas não uma dramaticidade ingênua, uma dramaticidade que demonstrava o constante diálogo entre a luz e a escuridão, o bem e o mal". De fato, a metáfora é um gênero de linguagem muito pobre tanto para a música como para o cinema (isso não impede que com maestria alguns diretores/escritores a consigam usar muito bem), mas na maioria dos casos é sempre desastrosa. Vejam só o caso do tão aclamado livro "A Revolução dos bichos" do Orwell; mesmo o escritor tendo intencionado dar um caráter totalmente didático a obra, literiariamente A revolução dos bichos é extremamente pobre, e mesmo em se tratando de uma crítica a um regime político, a mesma ainda é carente e superficial; a metáfora parece estar tão intrincada na mente do autor que a obra já nasceu absolutamente limitada; porque não citar "A longa jornada" do Richard Adams então como crítica de alguma coisa e de algum regime? O livro em questão de Adams não lida com metáforas óbvias e pobres e por isso vai mundo mais fundo na psicologia e mazelas da alma humana, organização da sociedade civil e tudo o mais. Antes, Adams investe sobre as impressões de situações, como lidamos com dados contextos. A ligação de tudo isso com o álbum do Zorn é que não há metáforas pobres, os temas mexicanos não aparecem para compor uma história e um cenário tipicamente mexicano. Bejos de Sangre por exemplo, consegue de uma forma quase inimaginável nos por nesta situação de bem e mal, luz e escuridão citada por Zorn. Nós viajamos ao México do ínicio do séc. XX, sem dúvidas, mas não vamos através de "pontes" fracas e imediatistas, e sim através de profundas impressões, nos guiando puramente pelo sentimento. 


Um dia antes de entrar em estdúio para gravar o álbum Zorn mandou um e-mail alertando para Natalia a disparidade da música a qual ela desejava da música pensada por ele, perguntando se ainda assim poderiam gravar ou não. A resposta da diretora foi dada em uma palavra: "Adelante!"


Mas, o desfecho da história não foi o esperado; Natalia havia contratado um outro músico as escondidas para compor a trilha, e somente 3 das 10 faixas compostas por Zorn e companhia foram utilizadas no filme. Zorn simplesmente brincou com a asituação, dizendo ser a moral da história: "Confie nas suas primeiras intuições".








Bass – Greg Cohen
Guitar – Marc Ribot
Marimba, Vibraphone, Drums – Kenny Wollesen
Piano, Accordion – Rob Burger
Composed, Arranged, conducted and produced by John Zorn





Los Cristeros
El General
Besos de Sangre
Maximato
Soviet Mexico
Lagramas Para Ti
Mala Suerte
Exilio
Recuerdos
Besos de Sangre (piano trio)
Exactamente Eso



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Anthony Hopkins - Composer
Postado por André Carvalho em quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013.






Exato, Sir Anthony Hopkins como compositor. Pouco antes de ser convidado a lançar-se à sorte em Hollywood, Hopkins estudava música em um conservatório. Para um jovem de 20 anos, cheio de aspirações, foi pesado e medido e apesar das dificuldades, decidiu tentar a carreira cinematográfica. Obviamente as composições de Hopkins giram em torno das trilhas sonoras para o cinema em um estilo clássico e romântico. O filme Slipstream de 2007 não só conta com a sua direção mas também a trilha sonora deste filme foi composta pelo próprio Hopkins. Contudo, este álbum em si possui obras antigas do ator (?) as quais algumas ainda não haviam sido executadas, tendo sido engavetadas por um longo período de tempo. And the Waltz goes on é belíssima, realmente emocionante! O cd ainda possui a faixa Stella, música composta em homenagem a sua esposa , a qual é pianista.

Não podemos com exatidão dizer que a carreira cinematográfica atrapalhou a carreira musical do Sir Anthony Hopkins, apenas que a sua decisão de seguir pela 7ª Arte nos deu a oportunidade de conhecer e se emocionar diversas vezes com um dos grandes atores da história do cinema.















Orpheus, for orchestra
Stella, for cello & orchestra
Evesham Fair, for orchestra
And the Waltz Goes On, for violin & string orchestra
Amerika, for chorus & orchestra
Margam, for piano & orchestra
1947, for orchestra: Circus
1947, for orchestra: Bracken Road
1947, for orchestra: The Plaza

mp3 192 kbps | 70 MB



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