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Martin Tétreault / Sachiko M / Yasuhiro Otani / Otomo Yoshihide ‎– Four Focuses (1999)
Postado por J.V. em segunda-feira, 17 de abril de 2017.


Label:
Amoebic ‎– AMO SAT 02
Series:
Sat (3) – AMO SAT 02
Format:
CD, Gatefold 
Country:
Japan
Released:
Jan 1999
Genre:
Electronic
Style:
Abstract, Experimental



Tracklist

1Look9:57
2See8:32
3Glagulater4:52
4Check6:30
5Ne Pas9:11
6Watch8:46
7Ear5:01

Companies, etc.

  • Recorded At – Rhiz Bar, Vienna
  • Mastered At – Transonic Studio
  • Recorded At – Instants Chavirés

Credits

  • Computer, Programmed By – Yasuhiro Otani (tracks: 3, 6)
  • Design – Himitsu Hakase (Himitsu Kenkyujo)
  • Engineer [Live] – Kondo Yoshiaki (tracks: 1, 2, 4, 6)
  • Mastered By – Nagata Kazunao
  • Producer – Sachiko M
  • Recorded By – Jean-Marc Foussat (tracks: 5), Klaus Fillip (tracks: 7), Kanazawa Shiro (tracks: 1, 2, 4, 6), Yasuhiro Otani (tracks: 3)
  • Sampler – Sachiko M (tracks: 2, 5)
  • Turntables [3 Califone], Performer [Prepared Records, Prepared Needles] – Martin Tétreault (tracks: 1, 2, 4, 6)
  • Turntables [With Feedback] – Otomo Yoshihide (tracks: 4, 7)

Notes


Tracks 1, 2, 4, 6 recorded live at the 6th International Now Music Festival Sapporo '97, 27 Sep, 1997
Track 3 recorded at Pale Blue Studio, Tokyo, 15 April, 1998
Track 5 recorded live at Instants chavirés, Paris, 25 May, 1998
Track 7 recorded live at Rhiz, Vienna, 18 May, 1998
Mastered at Transonic Studio, Tokyo, 1 Dec, 1998


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Postado por wojtyla em domingo, 26 de outubro de 2008.

Limited edition - 800 sets produced: 500 sets (numbers 1 to 500) for sale through online mail order and local distribution; the remaining 300 (numbers 501 to 800) to go to participating musicians, etc.

Disco 1
1-01 Otomo Yoshihide - Cathode #4: Sound Check Version
1-02 Tetsuro Yasunaga - Two Organs
1-03 Tetsuro Yasunaga - Four Organs
1-04 Tetsuro Yasunaga / Utah Kawasaki - Disk Review 3
1-05 Yasuhiro Yoshigaki - Italians And JC & R
1-06 Tetuzi Akiyama - T.T.
1-07 Yasuhiro Ohtani - Music For 50 iMacs

Disco 2
2-01 Haco - High / Low
2-02 Mescaline Go-Go - 12 String Revy
2-03 Hoahio - Marimo II
2-04 View Masters - Fluorescent Lamp On The Fritz
2-05 Happiness Proof - Isolated Mix
2-06 Skist - Pondlife 4
2-07 Skist - Pondlife 3
2-08 Skist - Pondlife 1
2-09 Big Picture - BP010806.bgp
2-10 Mitsuru Nasuno - Motai
2-11 Mitsuru Nasuno Karamel
2-12 Ground Zero - Feb. 1992
2-13 Astro Twin - Rehearsal At Uplink Factory
2-14 Ami Yoshida / Masahiko Okura - Improvisation At Artland
2-15 Ami Yoshida - Hooooooooon

Disco 3
3-01 Toshimaru Nakamura - Oosslloo
3-02 Tamaru - Bifu Sekai (Zephyr World)
3-03 Yoshimitsu Ichiraku - Method For The Fourth Note, Which Is Not Actually Played
3-04 Taku Sugimoto / Martin Siewert / Burkhard Stangl - SSS

Disco 4
4-01 Sachiko M - 13072001
4-02 Toshimaru Nakamura - Nimb #19-1
4-03 Toshimaru Nakamura - Nimb #9.1
4-04 Taku Sugimoto / Annette Krebs - 24 / 01 / 01
4-05 Atsuhiro Ito - Acousmatic 9
4-06 Atsuhiro Ito - Radio O.P.T.
4-07 Otomo Yoshihide - The Blue Kite

Disco 5
5-01 Uchihashi Kazuhisa - Invisible Guitar
5-02 Utah Kawasaki - Object Tracking
5-03 Utah Kawasaki - Socket
5-04 Tsuguto Tsunoda - October 26, 2000
5-05 Seiichi Yamamoto - Approach 1
5-06 Seiichi Yamamoto - Approach 2
5-07 Seiichi Yamamoto - Approach 3

Disco 6

6-01 Aki Onda - Two Women
6-02 Aki Onda - Take Me To The Water
6-03 Aki Onda - The Last Day Of Summer
6-04 Kazuo Imai - Ephemera 24-2
6-05 Kazuo Imai - Ephemera 22-3
6-06 Hado-ho - Stereo Action Suite 2001
6-07 Incapacitants - Forest In Noise 20010721

Disco 7
7-01 Brett Larner - Improvisation 1
7-02 Brett Larner - Improvisation 2
7-03 Brett Larner - Improvisation 3
7-04 Yumiko Tanaka - Music For a Four and a Half Tatami Mat Room, Fragment 1
7-05 Yumiko Tanaka - Music For a Four and a Half Tatami Mat Room, Fragment 2
7-06 Yumiko Tanaka - Music For a Four and a Half Tatami Mat Room, Fragment 3
7-07 Yumiko Tanaka - Music For a Four and a Half Tatami Mat Room, Fragment 4
7-08 Yumiko Tanaka - Music For a Four and a Half Tatami Mat Room, Fragment 5

Disco 8
8-01 Michiyo Yagi & Paulownia Crush - Godan Ginuta
8-02 Michihiro Satoh - Improvisation
8-03 Michihiro Satoh - Nikata Bushi

Disco 9
9-01 Ryoji Hojito - Kaiyu
9-02 Junji Hirose - Duo 1
9-03 Junji Hirose - Duo 2
9-04 Gnu - Meteora
9-05 Masahiko Okura - Ittcc
9-06 Masahiko Okura - Dvvv
9-07 Masahiko Okura - Magnet Sour
9-08 Masahiko Okura - Fiasco (For Fuutaro Yamada)
9-09 Shoji Hano / Werner Lüdi / Peter Brötzmann - Dedicated To
9-10 Shoji Hano / Werner Lüdi / Peter Brötzmann - Werner
9-11 Shoji Hano / Werner Lüdi / Peter Brötzmann - Lüdi

Disco 10
10-01 Kyoko Kuroda / Uchihashi Kazuhisa - A Reflection On The Beimlein
10-02 Kyoko Kuroda / Uchihashi Kazuhisa - Song And Improvisation
10-03 Marginal Consort - 1998
10-04 Tetsu Saitoh / Michel Doneda - Cle De Voute

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Postado por Thiago Miotto em terça-feira, 5 de agosto de 2008.
Entrevista Otomo Yoshihide


Otomo Yoshihide
Do «como» ao «porquê».
Entrevista por Rui Eduardo Paes.

Jazz.pt / 21 Julho 2008

Rui Eduardo Paes: Estarei certo se disser que a principal diferença da New Jazz Orchestra relativamente ao Ground Zero é a base jazz ter substituído a base rock daquele antigo projecto? Quanto ao resto, julgo reconhecer o mesmo tipo de características: acrescento de elementos de outras tendências musicais, abertura à experimentação, perspectiva de colagem (numa linha que me parece remontar a Frank Zappa e John Zorn) e o mesmo gosto por uma certa «extravagância». A ONJO e o Ground Zero são duas faces da mesma moeda?

Otomo Yoshihide: A distinção fundamental entre a ONJO e o Ground Zero não reside no facto de uma ser jazz e o outro rock, mas na diferença de gestão de ambas as bandas e na maneira como fazem a música. No Ground Zero, eu compunha toda a estrutura e os músicos improvisavam dentro desta. A actual ONJO dedica-se a interpretações improvisadas. Mesmo na parte em que se constrói a própria estrutura, esta é deixada a cargo da improvisação. As peças não passam do tema para a improvisação. Neste ponto, podemos dizer que se trata de uma metodologia muito próxima do jazz. Falando sobre Zorn e Zappa: tive realmente uma grande influência de John Zorn na década de 1980, mas infelizmente quase não tenho escutado Frank Zappa. Portanto...

A integração na orquestra de elementos «estranhos» às habituais «big bands» do jazz (a voz de Kahimi Karie, o sho de Ko Ishikawa, os objectos de Taku Unami, as sinusoidais de Sachiko M e a utilização que fazes da guitarra eléctrica), envolvendo a pop, a música tradicional japonesa, a música concreta, a electrónica e certos aspectos do rock, corresponde a que necessidades conceptuais tuas?

Sob o ponto de vista de uma «big band» de jazz, realmente o uso de sho, sinusoidais, voz e electrónica pode ser estranho, mas a ONJO não nasceu da tradição das «big bands» de jazz. Assim, não é correcto dizer que a música japonesa ou a pop são introduzidas na base jazz. Não coloco o jazz no centro do meu pensamento, estruturo-o. A música da ONJO está na sequência do choque da minha experiência musical com as de cada membro da orquestra.

Três anos depois do lançamento de «Out to Lunch», continuará a ONJO ligada ao repertório de Eric Dolphy e aos motivos típicos dos primórdios do free jazz, numa altura em que este ainda mal despontava do pós-bop?

Não estamos a interpretar apenas as músicas de Dolphy ou os clássicos do free jazz. Principalmente neste último ano, temos montado o esquema de cada dia de trabalho quase sem qualquer plano pré-estabelecido. É evidente que não negamos o Dolphy, e podemos executar algumas músicas do «Out to Lunch» em qualquer momento. O certo é que cada interpretação que fazemos da mesma composição do Dolphy é diferente de todas as outras, de tal maneira que eu próprio não consigo prever os resultados.

Que ecos te chegam no que respeita à recepção e à aceitação das tuas propostas jazzísticas? Sentes que te consideram um «outsider» ou achas que já foste aceite na «família do jazz»?

Bem, não sei. Não faço a mínima ideia, porque não leio revistas de jazz e também quase não tenho qualquer ligação com o círculo jazzístico. É evidente que me sentiria mais feliz se fosse aceite como um companheiro, em vez de ser ignorado... Mas na realidade, penso que não estou a ser ignorado, apenas que não sou conhecido por quase ninguém dos meios do jazz.

Axel Dorner, Mats Gustafsson e Cor Fuhler são os convidados especiais desta formação. Porquê eles? Que papéis lhes destinas na New Jazz Orchestra?

É porque os conheço bem desde há muito tempo e sinto uma grande simpatia por eles. Admiro-os como improvisadores, como músicos e como amigos. Na realidade, gostaria que fossem membros permanentes da orquestra, mas tal é impossível financeiramente e em termos da disponibilidade de cada um. Além de que moram em locais muito distantes. É só por isso que actuam como convidados, mas pessoalmente considero-os membros efectivos da ONJO...

Presentemente, utilizas a guitarra em contextos mais «idiomáticos« (jazz) e os gira-discos nas situações experimentais e em contexto electrónico. A alternância de instrumentos significa que te dividiste em duas áreas de intervenção na tua actividade musical?

De facto, divido-me em dois ambientes distintos, mas sempre tenho pensado em juntá-los. Gostaria que a ONJO fosse o contexto em que se cruzassem esses ambientes.

Disseste-me uma vez, noutra entrevista, que o importante não é o que se toca, mas como se toca. Explica-me que características deve / pode ter esse «como». Deverei entender que, por exemplo, não é tocar jazz que importa, mas como se toca o jazz?

O importante é interpretar sem se visar um determinado resultado desde o início. Porquê interpretar jazz? É esta pergunta, «porquê?», que realmente importa. Não é importante a forma como se interpreta o jazz, o que importa é porque se interpreta o jazz. Deste «porquê?» nasce o método...

Para um discípulo de Masayuki Takayanagi, um dos mais intempestivos guitarristas da história do free jazz mundial, possuis um sentido da subtileza e da nuance muito especiais. Inclusive, tens sido identificado com o movimento «onkyo», conhecido pelo seu minimalismo e pela forma como cultiva uma certa aproximação do silêncio, e isso não obstante seres também indicado como uma das personagens do chamado «japanoise». Aceitas pacificamente essa identificação?

A maneira como os outros me olham não interessa. Estou apenas a fazer a minha música conforme os meus temas e este facto é que dá, talvez, a impressão de que sou contraditório. A verdade é que estou farto de ser visto como pertencente a tal ou a tal categoria. Sou apenas um músico que se chama Otomo Yoshihide. Não sou nem mais nem menos do que isto. É assim que eu penso.

Fizeste algumas parcerias no passado com um músico português, «Carlos Zíngaro». Prevê-se que os vossos caminhos voltem a cruzar-se no futuro?

Ele é um violinista exímio e também um improvisador. Tocar com ele traz sempre algo mais para mim. Se o Carlos assim o desejar, terei imenso prazer em trabalharmos novamente juntos no futuro.

Para saber mais: www.japanimprov.com/yotomo/

Rui Eduardo Paes Tradução Japonês / Português: Hitoshi Kawauchi Colaboração da Fundação Calouste Gulbenkian - Serviço de Música

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Otomo Yoshihide's New Jazz Orchestra - Plays Eric Dolphy's Out to Lunch
Postado por Henrique Tonin em segunda-feira, 30 de junho de 2008.
Esse é mais um projeto do fantástico Otomo Yoshihide, executando o álbum considerado a obra-prima de Eric Dolphy, que morreu meses após a sua gravação, deixando um grande legado.

Dolphy consagrou-se como uma figura única por dar um duplo passo em direção ao free-jazz e, ao mesmo tempo, a um estilo mais refinado e menos "livre" que o dos demais músicos do free

Nas palavras do confrade Alfredo: 

"É simplesmente INACREDITÁVEL o trabalho de reelaboração / desconstrução estética que os 15 feras (Axel Doerner, Alfred Harth, Mats Gustafsson, entre outros ases do free jazz / avant rock contemporâneos), da Otomo Yoshihide's New Jazz Orchestra levam a efeito nesse disco. Liderados pelo grande mentor da lendária formação avant rock japonesa Ground Zero, os caras reviram o clássico álbum de Eric Dolphy pelo avesso, logrando conjurar surpreendentes passagens sonoras que remetem tanto ao free jazz quanto à música contemporânea de vanguarda. Destacam-se sobretudo Gazzelloni, convertida numa implacável fuzilaria avant noise jazz digna de um Flying Luttenbachers, e Straight Up And Down, onde a composição original é paulatinamente transformada numa ameaçadora nebulosa de KAOS eletroacústico."

Download

1. Hat And Beard (6:08)
2. Something Sweet, Something Tender (9:20)
3. Gazzelloni (4:17)
4. Out To Lunch(9:38)
5. Straight Up And Down/Will Be Back (27:45)

Otomo Yoshihide: guitar, conduct on 4
Axel Doerner:
trumpet, slide trumpet
Aoki Taisei:
trombone, bamboo flute
Tsugami Kenta:
alto sax, soprano sax
Okura Masahiko:
alto sax & tubes on 1, 3, 5
Alfred Harth:
tenor sax, bass-clarinet, trumpet, misc
Mats Gustafsson:
baritone sax
Ishikawa Ko:
sho on 2, 4, 5
Sachiko M:
sinewaves, contact mic
Nakamura Toshimaru:
no-imput mixing board on 5
Unami Taku:
computer on 1, 5
Takara Kumiko:
vibraphone
Cor Fuhler:
piano, inside piano
Mizutani Hiroaki:
bass
Yoshigaki Yasuhiro:
drums, percussion, trumpet

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Otomo Yoshihide's New Jazz Quintet - Tails Out
Postado por Henrique Tonin em quarta-feira, 19 de março de 2008.
Otomo Yoshihide é um dos gênios da música moderna.

As únicas referências para a sua música que me arrisco a apontar são a improvisação livre, o avant-garde jazz e o noise rock.

A guitarra de Yoshihide é tocada de modo barulhento e incomum, numa linha free improvisation de artistas como Masayuki Takayanagi e Derek Bailey.

Entre seus diversos projetos, esse é um dos meus preferidos.
Apesar de menos extremista que o Ground Zero, por exemplo, coloca sempre em xeque nossas noções de música, padrões de composição e execução. É uma obra maravilhosa e extremamente desafiadora; a interpretação de obras de outros compositores é perturbada e obviamente choca o ouvido comum, habituado a outros conceitos de "beleza".

Otomo Yoshihide's New Jazz Quintet
Otomo Yoshihide - guitar
Naruyoshi Kikuchi - tenor sax
Kenta Tsugami - alto sax, soprano sax
Hiroaki Mizutani - bass
Yasuhiro Yoshigaki - drums, trumpet

Guests
Kumiko Takara - vibraphone (6, 7)
Sachiko M - sine waves (6, 7)
Yoshiaki Kondo - Binson echo machine (5)


Download (97.32 MB)
Ano: 2003
  1. Song for Che (C. Haden) (5:48)
  2. Reducing Agent (Otomo) (9:33)
  3. Solvent Waltz (Otomo) (5:03)
  4. Moons Shine (J.B. Ulmer) (8:11)
  5. Strawberry Fields Forever (J. Lennon & P. McCartney) (7:09)
  6. Orange Was the Color of Her Dress, Then Blue Silk (C. Mingus) (4:18)
  7. Tails Out (Otomo) (13:26)

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Ground Zero
Postado por Thiago Miotto em quarta-feira, 30 de janeiro de 2008.












Ground Zero é um projeto de Otomo Yoshihide que, a meu ver, veio avassalar e reunir grande parte das teorias e práticas que permearam a Música em todas as épocas. Tentarei expor partes do que consta na sonoridade desse gênio:

Pulso, freqüência; ritmo, melodia, harmonia; fase e defasagem, construção e desconstrução, repetição e não-repetição, ruídos de todo gênero; sampler e re-sampler; orgânico, eletrônico; falta total de recalque na composição; tempos lineares e não-lineares; estética e a-estética; texturas, paródias; tecnologia e espiritualidade, superficialidade e profundidade, bruto e abstrato; música tonal, modal, atonal, minimal, serial... tudo isso perde-se e encontra-se num tresloucado (des)concerto!

No mais, silêncio...

A obra de Ground Zero é um dos mais profundos retratos da era contemporânea - alicerçada em paradigmas e dialética, em superficialidade e busca cega de alguma fé, numa rede de estímulos que soa infinda em qualquer âmbito!

Para mim, com ênfase especial para o álbum Revolutionary Pekinese Opera, Version 1.28, a música de todas as épocas desceu por um funil, formando um retrato perturbador e monumental do mundo contemporâneo.


Ground Zero - Ground Zero


Ground Zero - Null & Void

DOWNLOAD

Recado importante: ouça com moderação!

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