Além do nosso blog, você poderá encontrar o Sonora Aurora no grupo do Facebook.

The Flying Luttenbachers - Discografia / Discography
Postado por H. Melissopoulos em domingo, 11 de setembro de 2016.

Re-upload. Postagem original de 10/03/2008.




Buy albums here: http://nowave.pair.com/ugexplode/

Declarações de quem já ouviu:

"os caras misturam todos os gêneros de música extrema (ao menos os de música orgânica) em uma coisa só...caralho eu não baixei nada deles mas eu ja tinha escutado o myspace dos caras a uns tempos...é foda a coisa huauhauh"

"essa banda faz a legítima "porrada na orelha"...bota muitas bandas de metal extremo no chinelo huahuahu"(Gustavo Ferreira Townsend)


" Henrique, deveria ter resumido: para quem gosta de Caos, fica a dica para quem quiser conhecer."
(Thiago Miotto)


"É o caos em sua melhor fase."
(Henrique Melissopoulos)

"Pedrada na orelha, Genial!"
(Igor Stravinsky)



The Flying Luttenbachers foi formado em Chicago no ano de 1991 pelo multi-instrumentista Christopher Todd Walter, conhecido por Weasel Walter. A banda nunca teve membros fixos além do criador; uma lista de 10 músicos, geralmente de FreeJazz, já passaram pelo grupo.

A banda possui um modo de conduzir influenciado pelo que existe de mais extremo, abstrato e caótico na música contemporânea. Ouvindo o som, é fácil visualizar influências como, para tentar falar de "gêneros", BlackMetal, DeathMetal, Punk, Math, Zeuhl, Noise, Free-Jazz, GrindCore, Dada, Moderno-Erudito e outros; esta miscelânea gerou o que é conhecido como BrutalProg, que foi criado pelo próprio Weasel Walter para tentar classificar o som (ou releitura musical, como quiserem) do Luttenbachers.

A banda declarou seu fim neste ano, disse que só retornará quando a raça humana estiver preparada para o armageddon e prometeu para 2008 o álbum Trauma com alguns bônus e um dia lançar um DVD ao vivo do álbum Cataclysm.



Constructive Destruction (1994)











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Revenge (1996)











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Destructo Noise Explosion! (1996)
     










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Gods Of Chaos (1997)











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Retrospektiw III (1998)











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"...The Truth Is A Fucking Lie..." (1999)









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Alptraum (2000)











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Trauma (2001-2008)









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Infection And Decline (2002)











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Retrospektiw IV (2002)











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 Systems Emerge From Complete Disorder (2003)











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The Void (2004)











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Spectral Warrior Mythos Volume One (2005)









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Cataclysm (2006)












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Incarceration By Abstraction (2007)











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Destroy All Music: Revisited (2007)











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Declaração do
Weasel Walter para o fim do projeto:"over the last two or three years it was starting to seem like i was keeping this mess going just to "prove something" - to myself, to my friends, to my enemies, etc. i guess what i was trying to prove is that nothing could stop the band. that's not a very good reason to have a band, honestly. the serious lack of support and recognition for the flying luttenbachers had drained me almost completely by late 2006. i was a nervous wreck and momentum was at an absolute zero. around november of this year, i realized there really was nothing to "prove" by keeping it going, i felt free and decided to end it on an artistic high note, the new album "incarceration by abstraction". this is the best decision for me. i don't regret anything the band has done, but it's simply time to move on. i'm not done making music yet - not by a long shot. how and why i make music has to be looked at in a different light. there's got to be a way to do this without killing myself for it. i continue to play in xbxrx, recently joined burmese and will focus on my improvised music options next year, including writing more material for large ensembles. if people think they're going to "miss" the flying luttenbachers, my suggestion is that they listen a little closer to the music the band has already made. i assure you that there's plenty left to chew on inside of those recordings. perhaps if i feel like a wider audience is ready for it, we'll reappear, but until then we've done all we can do. any more would be quixotic and futile."



Se alguém possui algumas das obras que listaremos a seguir, favor nos informar, pois não conseguimos encontrar os seguintes ep's:





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Henry Cow - Discografia (FLAC) + Artworks
Postado por Henrique Tonin em terça-feira, 8 de outubro de 2013.
*ver continuação.

Repostando a discografia (por enquanto sem resenha devido a problemas de formatação). Agradeçam ao André Carvalho pela gentileza de upar todos os álbuns, que haviam ido para o limbo. :)

Em breve posto novamente o "Desesperate Straights" e os bootlegs.

Legend (1973)
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Unrest (1974)
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In Praise of Learning (1975)
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Concerts (live 1976)
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Western Culture (1978)
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Cheval de Frise - Discografia
Postado por Thiago Miotto em quinta-feira, 3 de outubro de 2013.

Cheval De Frise is a French duo that existed since 1998 but quit playing together in August 2004. They’re releasing this posthumous 5 song 10” called La Lame Du Mat on the Czech label Minority records. The record was produced by Jay Pellici of 31 knots and honestly, boys and girls, if you’re as much into decomposed math rock as I am, you’ll love this. La Lame Du Mat sounds like it’s an improvised studio album, but after a few listens you’ll discover that the songs on this record reveal textures and disintegrating melodies that are so genuine they make me feel that warm and indescribable feeling only really brilliant music can produce. Needless to say that it’s been a while since a record from a band I never heard of confronted me with a feeling so pure. Vincent Beysselance and Thomas Bonvalet are the faces behind the band. Thomas is playing amplified acoustic guitar and Vincent is drumming. The line-up might be simple, the music they compose is very diverse. The five compositions on this record (simply called La Lame Du Mat I to V) breathe an air of free spirit in a baroque classical atmosphere. Each piece floats in a timeless dimension and walks the often thin line between composition and decomposition. One might experience this album as rudimentary improv craziness, while at the same time consider it a masterpiece of composition and mathematical noisy art rock. Sure thing is that this instrumental record crosses borders of multiple genres with it’s gestures of jazz, noise, rock, improv and indie music. It might leave most of the kids out there confused. There’s no real formal comparisons to make and that only reveals the truly inventive brains behind Cheval De Frise. However, this band surely has matching ideas about music and art as bands like Hella, Don Caballero, Femme Fatale, the Flying Luttenbachers, My Name Is Rar Rar, Snack Truck or Flössin. So, I would really really really recommend this band to anyone that’s feeling musically related to any or all of the aforementioned bands cause this is truly inspirational. (Semtex Magazine)

Cheval De Frise - Sans Titre













1 - Connexion Monstrueuse Entre Un Objet Et Son Image
2 - Constructions d'Ecorces d'Arbres
3 - Douche Froide, Harmonium
4 - Incliné Et Chenu
5 - Langue Hastee
6 - Le Feu, Le Lin Et La Bougie
7 - Le Vestibule Des Laches
8 - Les Canaux Sont Ouverts, Les Moustiques Meurent, Le Monstre Disparait
9 - Lundi Deux Mars
10 - Mille Courbettes
11 - Noblesse De l'Echec (Part 1)
12 - Noblesse De l'Echec (Part 2)
13 - Un Pont Et Des Eaux Noires Limoneuses

256 kbs | 60 MB



Cheval De Frise - Fresques Sur Les Parois Secrètes Du Crâne











01 - lucare des combles
02 - bora lustral
03 - le puits
04 - deux nappes ductiles
05 - songe de perte de dents
06 - fresques sur les parois secrètes du cråne
07 - l'agonie dans le jardin
08 - phosphorescence de l'arbre mort
09 - ix
10 - chiendent

126 kbs | 37 MB




Cheval De Frise - La Lame Du Mat EP













1 - La Lame Du Mat I
2 - La Lame Du Mat II
3 - La Lame Du Mat III
4 - La Lame Du Mat IV
5 - La Lame Du Mat V

320 kbs | 32 MB

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Egberto Gismonti - (discografia)
Postado por Thiago Miotto em sexta-feira, 1 de julho de 2011.

Download - Discografia

Como ando um tanto distante da escrita a respeito de música, deixo um texto de Sidney Molina a respeito de Egberto Gismonti e os agradecimentos a Bruno Rodrigues por subir a discografia desse que é um dos maiores músicos brasileiros.

Em 1967, Egberto Gismonti, então com 20 anos, abriu mão de uma bolsa de estudos em Viena para se dedicar à música popular; um ano depois, apresentaria sua composição "O Sonho" no III Festival Internacional da Canção da TV Globo, com arranjo para orquestra de cem músicos. Foi uma opção pelas origens, pelo jeito popular de fazer música aprendido com tio e avô, ambos mestre de banda na cidade fluminense de Carmo. Sobre a formação erudita - sem precedentes no contexto da música popular brasileira -, basta mencionar que estudou piano com Jacques Klein e composição em Paris com Jean Barraqué e Nadia Boulanger.

À formação acrescentemos duas transformações: o encontro com Sapaim no Xingu e o encontro com o produtor Manfred Eicher em Munique. Se o contato com os índios permitiu a Gismonti encontrar definitivamente sua própria voz, a gravadora ECM tem possibilitado, há mais de duas décadas, o desenvolvimento pleno dessa voz através de projetos impecáveis de LP's e CD's.

Cabe reformular a crítica predominante até os anos 80, que preteria seu conceito particular de Brasil em nome de um vago "experimentalismo": o caráter experimental está longe de ser o que há de mais importante na música de Gismonti. Ela é herdeira de uma certa matriz instrumental da MPB, que tem como pilares o virtuosismo de Pixinguinha, o piano de [Ernesto] Nazareth e o violão de Baden Powell. A estes, devem-se adicionar Villa-Lobos e um Stravinski traduzido para o sertão nordestino.

Podemos agrupar sua produção em duas categorias: a complexidade das "músicas de sobrevivência", peças de caráter urbano, densas e polirrítmicas, e a simplicidade de canções instrumentais - herdeiras de A Lenda do Caboclo, de Villa-Lobos -, baseadas na música dos interiores do Brasil. São exemplos do primeiro grupo "Forró", "Forrobodó" e "Karatê"; do segundo, "Água e vinho", "Palhaço" e "Um Anjo". Lembremos também que sua atuação não se esgota nas interpretações ao piano, teclados, violões e flautas indígenas: há que considerar - cada vez mais - as orquestrações, a escrita de câmara e as trilhas de cinema.

Gismonti tem seu lugar estabelecido ao lado dos mais fortes artistas da música popular brasileira. Isso não é pouco: significa que alguns fragmentos melódicos, harmônicos e rítmicos do que é o Brasil foram revelados, e passam para sempre, por sua música.

[texto de] Sidney Molina


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Panzerballett - Discografia
Postado por Henrique Tonin em terça-feira, 9 de março de 2010.
              

Panzzerballett é uma banda alemã liderada por Jan Zehrfeld, que ao meu ver tem tudo para ser um dos maiores nomes do fusion e do avant-rock desse começo de século. 

O próprio Zehrfeld define o som da banda como uma mescla entre Planet X e Tribal Tech, e cita como influências: Meshuggah, Mats/Morgan, Dillinger Escape Plan, Screaming Headless Torsos e Allan Holdsworth. (vide entrevista)

Incrível a facilidade e liberdade com que exploram elementos extremamente contrastantes, ao ponto de às vezes um jazz-funk com muito feeling ser atravessado pela guitarra demolidora do Zehrfeld, que chega a lembrar um Tech Metal.

Em resumo: na minha opinião é uma banda com boa parte das qualidades que faltam às bandas (meramente) "boas" da atualidade.



 Abaixo, os vídeos de versões, composições próprias e de Okan Ersan.


| Pink PantherThe Simpsons | Birdland |  Mein TeilGimme, gimme, gimme | Ein Bische Frieden | Aspirin Smoke | Mediterranean BreezeFriede, Freude, Fußball |


Panzerballett (2005) | 103.93 MB

Starke Stücke (2008) | 86.15 MB

Hart Genossen Von Abba Bis Zappa (2009) | 84.1 MB 


Formação atual: 
Jan Zehrfeld  - guitarra | vídeo entrevista |
Martin Mayrhofer - guitarra
Alexander v. Hagke  - sax
Heiko Jung - baixo | vídeo solo |
Sebastian Lanser
 - bateria | vídeo solo |



Gregor Bürger  (sax soprano e tenor) já não faz parte da banda, mas participou de todas as gravações. 


Convidados especiais em "Hart Genossen (...)"
Klaus Doldinger - saxofone 
Okan Ersan - guitarra 
Conny Kreitmeier - vocais 
Ernst Ströer - percussão 
Andy Lind - vocais, sintetizador, sampler

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Natsumen - Discografia
Postado por Thiago Miotto em segunda-feira, 11 de maio de 2009.
Natsumen é, a meu ver, uma das bandas mais interessantes que surgiram no riquíssimo cenário da música japonesa contemporânea. Eles criaram uma fusão extremamente peculiar: um espaço onde se visualiza um progressivo extremamente enérgico, calcado em linhas de post-rock e boas doses de um vibrante free-jazz. Recomendo tanto para o pessoal que aprecia um post-rock mais experimental (em relação às tendências atuais) quanto para quem gosta de prog e jazz "pra frente".
Cliquem nas imagens para download:
Natsumen - Endless Summer Record (2005)












Natsumen - Never Wear Out Your Summer xxx !!! (2006)

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Empylver ou AJ ALEX - Discografia
Postado por Lucas aka em sexta-feira, 26 de dezembro de 2008.

A china é um país de mistérios.
Seja do governo opressor, da população reclusa, das tradições milenares ou da ilegalidade que corre solta em vários cantos do país, o que tudo indica, é que nós, meros ocidentais provavelmente morreremos sem jamais saber certas respostas e que fins algumas coisas levam por lá.
E sem dúvida isso nos deixa mais e mais instigados e curiosos a penetrar a fundo nestas questões que se escondem atrás dessa grande muralha impenetrável de interrogações.

E a coisa não muda de figura quando se fala de música.
Ainda mais de música experimental.
E as vezes, como se fosse um eclipse, um pedaço deste mistério é revelado, e logo depois some, quase sem deixar rastros.

A uns anos atrás, quando eu estava descobrindo o folk metal, e suas misturebas deliciosas, topei com um disco de um grupo chinês, chamado Empylver,o nome do disco, um trocadilho bem interessante:Wood Woud Would.Baixei e ouvi.
Que surpresa.
O disco era diferente de tudo que eu já ouvira no cenário, com uma ambientação maravilhosa, belas letras sobre natureza, tudo em inglês,uso de zilhões de instrumentos e sons que vão desde acordeões,flautas,sintetizadores,trocentas percursões,pianos de monte,até aqueles negócios orientais que a água fica caindo sobre um bambu cujo esqueci o nome, e claro, os instrumentos mais comuns elétricos.


Algumas faixas remetiam a vários países, principalmente europeus, donde o disco impresta várias influcências, como por exemplo Dead Brook cujo o acordeão tece um clima bem francês.

Dado a surpresa que foi este disco, um dos mais ouvidos na minha vida sem dúvida, a surpresa maior foi quando fui pesquisar mais sobre a banda.

Tudo foi tocado e produzido por um tal de AJ Alex, que segundo reza a lenda, gostaria de fazer um som que fosse exatamente o que ele queria ouvir, e portando não divulgar sua música e sim ouvir ela sussegado no seu melhor momento autista.
Mas pelo visto, o som de AJ era bom demais para ser ignorado, e logo vieram propostas, que o fizeram fundar a Dying Empylver Production, no qual ele chegou a lançar dois EPs, e por fim, produzir o Wood Woud Would que seria seu ultimo registro na terra.
Como o eclipse citado no começo do texto,
AJ sumiu do mapa, e levou consigo todas as copias que estavam a venda do Empylver, o site da Dying Empylver, e praticamente toda citação referente a ele da internet!

As únicas coisas que restaram, foram alguns dos discos vendidos, distribuidos, ou doados no melhor estilo damião experiencia, que acabaram por parar na net, e circularam dentre os fãs do estilo, cujo provavelmente nem sabem, e nem saberão da existência desse chinês fujão e excentrico.

Grande parte dos fãs que conhecem essa história, reconhecem que há uma genialidade única na obra deste anônimo que provavelmente não se chama alex e que não quer mostrar sua cara feia para o mundo, seja ao vivo, seja na internet, seja divulgando seus cds boca-a-boca.
Em uma pesquisa que durou um certo tempo, parece que ele lançou um disco de concertos de piano, e produziu um album de uma banda de pop rock chinesa, mas é só, e encontrar esse material é um trabalho que eu deixo para outro louco, antes que os tríades batam a minha porta.
POST ASSINADO POR: AkaakA

PS:O EP Forsaken foi conseguido através de um dos 100 felizardos que conseguiu a mídia física antes de sumirem do mapa.


DISCOGRAFIA[FOLK METAL]
WOOD WOUD WOULD
Tracklist:
1. The Summer (Day of Rising Doom)
2. Old Boy
3. Dead Brook (Who Will Arise and Go)
4. Sail to Kajamin
5. The Autumn (Moonlight)
6. Died in Finland
7. The Winter
8. Castle in the Air
9. Requiem
10. Another Piece of Wood (Part I)
11. Another Piece of Wood (Part II)
12. The Sorcerer's Carnival
13. Battle with Kajamin
14. The Spring (God Sits Nearby)

LINK


FORSAKEN
1. Intro (Not Included)
2. Notitle 2
3. Requiem
4. Outro (Not Included)
5. I am Forrest Gump
6. Interlude from spirited away
7. Promise
8. Autumn (EP Version)
LINK



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Las Orejas y la Lengua - Discografia
Postado por Henrique Tonin em segunda-feira, 27 de outubro de 2008.
Las Orejas y la Lengua é uma extraordinária banda argentina, recomendada por Chris Cutler como uma das essenciais para os apreciadores de R.I.O., embora a banda se considere fora do gênero. Para falar sobre sua música sem distorcê-la, cito as palavras do baixista Nicolás Diab, numa entrevista já publicada aqui:

" (...) a música de Las Orejas, ainda que responda a algumas fórmulas do rock, é abstrata e as músicas não contém mensagem alguma. São só o produto da imaginação do grupo e da reação que nos provocam nossos ouvidos ao escutá-la. (...) Não existe um afã desmedido por fazer algo diferente, é o que nos sai. Se tentamos tocar algo com um ar jazzístico, folclórico, tangueiro, ou o que seja, nos sai algo espantoso"

Na minha opinião, trata-se de uma das bandas mais criativas e geniais da atualidade, que conseguiu atingir um estágio de interação invejável entre os músicos. Sua música é
a um só tempo cerebral, sangüínea, epitelial e etérea; hedonista, obscura e intemporal. O que se pode apreciar nas suas composições não é meramente a sofisticação do trabalho instrumental, mas a impressão de que a própria matéria viva (?) da música foi trabalhada.

Por mais bem-vindos que sejam os elogios de Chris Cutler e as classificações da crítica especializada, a rejeição ao rótulo de R.I.O. é bastante compreensível. Creio que nenhum outro grupo latino-americano chegou a possuir um identidade tão própria - nem Bubu ou Akinetón Retard (que soam quase a-nacionais), nem os excelentes grupos mexicanos (que abusam de sua nacionalidade). Aparte as (enormes) diferenças, a liberdade criativa do LOyLL só se compara à dos grupos originais do R.I.O. e aos do cenário japonês atual (que também fogem às classificações).

O humor sempre foi um componente importante, mas melhor refletido no segundo álbum. A faixa que o encerra desenvolve-se em torno da palavra "Córdoba", pronunciada exaustivamente por dezenas de vozes em todas as entonações possíveis, e termina com uma colagem de 120 pessoas pronunciando seu nome completo.

A música tem o poder de evocar lembranças apócrifas e nos levar a viver desgraças ou alegrias alheias. Algumas, mais raras, tem o poder de nos fazer sentir o pulsar de uma vida que nos é estranha; as cores, formas, volumes e timbres do que ainda não existe ou do que já deixou de existir.

La Eminencia Inobjetable (2002)




Faixas:
1. Así Suenan Tus Ojos (3:45)
2. Las Mil y Una Formas de Acabar con la Tragedia de Occidente (3:56)
3. Guaresimia (4:31)
4. Fugaz en la Ciudad Antigua (3:11)
5. $ 5000 de F. Kropfl (1:35)
6. Saltar y Brincar (2:10)
7. Teletito (2:55)
8. Anzuelo para Fennanno (0:48)
9. Ignacio (4:14)
10. Gastando las Vacaciones Limpiando Casas (4:57)
11. Tratado (4:40)
12. Irremediable Muerte del Sr. Sandoval y Su Chica la Sodomita (6:14)
13. Igual que Ayer o Peor [bonus track] (1:35)

Tempo total: 44:31

Line-up:
- Rogelio Corte / flute, exclamations
- Fernando de la Vega / drums
- Nicolas Diab / bass, contrabass, mandoline, tapes, drum machine, vocals, piano (4)
- Diego Kazmierski / piano, synthesizers, sampling, drum machine
- Gate Leiras / electric guitar, bandora, mandolin, tapes, vocals, additional drums (6)

Guest musicians:
- Moxi Beidenegl and Renata Frigeiro / vocals (2)
- David Langer / derbuke (10)
- Pablo Petito / flugelhorn (4), trumpet (9)
- Horacio Straijer / marimba (13)
- Diego Suárez / flute (13)
- Lena Tempich / Jew’s harp (9)




Error (2003)




Faixas:
1. Eufórico Tribilín (3:15)
2. Suricata (7:20)
3. Leandra (3:17)
4. Norma (4:00)
5. Verónica G (8:21)
6. Ahora Sí, Chau (1:54)
7. Hermanas Colgantes (5:55)
8. Disposable Blood Oxigenator (3:55)
9. La Autopsia de Sandoval (6:59)
10. Córdoba, Óscar (6:58)

Tempo total: 51:54

Músicos:
- Fernando de la Vega / drums, faucet percussion, xylophone
- Nicolas Diab / bass, electric guitar, mandolin, contrabass, fender rhodes, bandora
- Diego Kazmierski / piano, organ, fender rhodes, keyboards, sampling
- Diego Suárez / flute, piccolo

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Ne Zhdali - Discografia (re-post)
Postado por Henrique Tonin em sábado, 4 de outubro de 2008.
Ne Zhdali (Не Ждали) é uma banda da Estônia criada em 1987. Começou a chamar a atenção do mundo ocidental após a queda da União Soviética, por sua nova abordagem da música folclórica de várias partes do mundo e pela exploração quase paranóica das capacidades físicas e mentais dos músicos. Representou uma revolução dentro do underground soviético, com sua sonoridade genial e desafiadora.

Seu primeiro álbum,
Rhinoceroses and other forms of life, foi comparado a algumas obras do Henry Cow, e é uma legítima obra de avant rock, com toques de jazz, experimentos vocais e instrumentais e alguns elementos de folk.

O álbum seguinte, She-ye-ye, representa um grande passo na direção do dadaísmo e tem uma presença maior de sopros, ruídos, passagens quase atonais e uma sonoridade mais próxima do free jazz e do R.I.O. As influências da música local ganham mais força e evidência a partir do Hey Driver Cool Down The Horses, de 1994. Uma das suas músicas mais belas ao meu ver, They are also sad in China, faz parte deste álbum.

Mas creio que a sua obra-prima seja o quarto, intitulado What Ever Happens, Twist
. Neste, as tendências que vinham sendo seguidas se consolidam e unificam numa obra de grandes proporções e, ao mesmo tempo, grande unidade. Uma obra de rock hibrido, em que se (des)equlibram jazz fusion, dadaísmo, folk, experimentalismo e excelentes trabalhos com os instrumentos, harmonias, quebras de ritmo, etc., tudo isso aliado a uma intensidade punk.

Influências de klezmer, música cigana, funk, jazz em geral e canções folclóricas do litoral do mar báltico podem ser percebidas ao longo de quase toda a discografia da banda.
Para uma apreciação mais completa da diversidade das composições, recomendo os dois registros ao vivo, Tokyo, Nov.25, 1998 e Live Rarities Vol. 1.


Rhinoceroses and other forms of life (1990)
(38.47 MB)


She-ye-ye (1991)
(31.11 MB)


Hey Driver Cool Down The Horses (1994)
(35.55 MB)


Whatever Happens, Twist (1995)
(38.8 MB)


Live Rarities Vol. 1 (1997)
(45.08 MB)


Pollo d’Oro (1997)
(39.21 MB)


Tokyo, Nov.25, 1998
(61.02 MB)



Estas gravações não constam na seção "Discografia" do site oficial nem são mencionadas em informes sobre a banda.

1 - Muscules Thing (37.95 MB)

2 - Poza (16.38 MB)

3 - NZ2000 (26.27 MB)

4 -
1996 (14.4 MB)

5 -
ExtraEdition (5.23 MB)
Página oficial (selecione o idioma) Página oficial em inglês

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Kayo Dot
Postado por c. em domingo, 10 de agosto de 2008.
Kayo Dot é uma banda multinacional, formada em 2003 por Toby Driver pelas cinzas de um grupo memorável chamado maudlin of the well. Disse multinacional pela diversidade étnica dos integrantes da banda, tendo americanos, europeus, asiáticos e afro-americanos em sua formação.

Mas essa diversidade não se reflete somente na origem étnica dos integrantes do conjunto, mas também em sua sonoridade. Ela abrange uma gama muito rica de subgêneros, atmosferas e estruturas em sua composição, que vão desde a música erudita do século XX à la Stravinsky e Penderecki a grupos de Post-Metal/Sludge como Neurosis e Godflesh, passando ainda por Sigur Rós, Pink Floyd, Radiohead e pinturas impressionistas (!), regada ainda a toques de psicodelia e jazz, formando os ingredientes necessários para a sua alquimia sonora densa, hermética e por muitas vezes melancólica que constitui as suas músicas.

Desde sua fundação, lançaram três albuns. Choirs of The Eye (2003), Dowsing anemone With Copper Tongue (2006) e Blue Lambency Downward (2008). Todos eles se equivalem nos quesitos qualidade e criatividade, sem um destaque muito grande entre eles. Mas se for para considerar uma opinião particular, digo que o Choirs Of The Eye é o melhor deles, tanto pela qualidade musical quanto por ser ligeiramente mais acessível do que os outros e então o mais recomendado para se "iniciar" na banda, mas essa vantagem é meramente. infinitesimal, havendo então um empate entre os outros dois.

Então, segue o link para cada um desses álbuns. Just enjoy it. ;)


2003 - Choirs Of The Eye:




download (megaupload)



2006 - Dowsing Aneome With Copping Tongue:




download (megaupload)




2008 - Blue Lambency Downward:




download (rapidshare)
Senha: MOODSWINGS

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Postado por Thiago Miotto em sexta-feira, 1 de agosto de 2008.
Hiromi Uehara - Discografia

Hiromi Uehara é uma compositora e pianista virtuose que carrega em sua sonoridade influências de música erudita, jazz fusion e rock progressivo. A mesma estudou piano erudito desde os 6 anos de idade, sendo iniciada aos 8 no Jazz. Com 14 ela já tocava com a Czech Philharmonic Orchestra e aos 17 se apresentou junto de Chick Corea, além de ter estudado nada mais nada menos do que em Berklee.

Suas apresentações são repletas de energia, técnica, dinâmica e precisão, como vocês poderão ver nos vídeos; recomendo que vejam outros também, pois as músicas flertam com muitos caminhos.

Enfim, a meu ver, a garota promete (e muito!) na linha de Jazz Fusion.

Os álbuns que coloco no momento foram retirados da comunidade Hiromi Uehara Trio no Orkut, postados lá pelo Flaubert.

Para quem quiser comprar os álbuns:

http://www.hiromimusic.com/


Hiromi Uehara - Another Mind (2003)
Download - Parte I
Download - Parte II



Hiromi Uehara - Brain (2004)
Download Parte I
Download Parte II


Hiromi Uehara - Spiral (2005)
Download Parte I
Download Parte II


Duet (Hiromi Uehara & Chick Corea) (2006)
Download Parte I
Download Parte II


Hiromi’s Sonicbloom - Time Control (2007)
Download Parte I
Download Parte II


Hiromi’s Sonicbloom – Beyond Standart (2008)
Download Parte I
Download Parte II

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